Todos nós percebemos a peraltice de nossas crianças atualmente. Sofremos ou causamos essa pirralhia? O que seria mais cabível aqui, já que nossos pequenos têm mais voz ativa que os próprios pais (cuidadores). No olhar psicanalítico, estamos sofrendo pela falta da figura paterna, o que não significa somente a falta de um pai (para as mães solteiras), mas sim da falta de alguém que dê limite, sem medo ou piedade, dê o corte, o não. Voltemos um pouco a teoria, não o queria, mas é preciso para explicar a minha visão. Segundo as teorias psicanalíticas, em uma família há papéis distintos ente a figura materna e a figura paterna. Na maioria das vezes esses papéis já são designados socialmente. Comecemos com a figura materna, esta exerce a função de acolhimento, cuidado, carinho, mimo, etc. e não é necessariamente a mãe. Contrapondo-se a esta, temos a figura paterna, que é como já foi mencionado exerce o limite, o corte, o não. Por muito tempo esse foi o papel do pai, aquele cuidador “carr...
Comentários
Postar um comentário